segunda-feira, 25 de abril de 2011

Inhotim



A artista que escolhemos para visitar foi a Adriana Varejao.

A obra de Adriana faz uma ponte entre a modernidade e as convulsões físicas e mentais do barroco brasileiro, que descobriu adolescente, numa viagem a Minas Gerais. Influências? Ela lista, de um fôlego só, intelectuais (Sérgio Buarque de Holanda, Gilberto Freyre), artistas (Rembrandt, Goya, Diego Rivera, Iberê Camargo) e cineastas (Peter Greenaway, David Cronenberg). O resultado, que junta elementos de azulejaria a representações realistas de vísceras expostas, é definido pela autora como a síntese de elementos aparentemente desconexos, que vão de botequim na boêmia Lapa carioca a piscina em Budapeste, passando por "notícia de jornal, banheiro de rodoviária, carne-seca em Caruaru e quadro em Nova York". Comentário típico de artista, certo? Mas Adriana não tem nada do estereótipo de excentricidade maluquete normalmente associado à categoria. Disciplinada, trabalha pelo menos oito horas por dia, com duas auxiliares; atenta aos negócios, dedica parte da jornada ao escritório e tem sua vida empresarial completamente organizada, com firma de exportação, impostos em dia e contador. É do time que considera inspiração coisa do século XIX e afirma que sua profissão é igual a outra qualquer, embora a criação seja um processo sofrido. "Durmo cheia de problemas. Quadro tem personalidade própria, e a relação nem sempre é amorosa", diz. O que não impede que tenha tempo para ser carioca da gema: adora praia, chorinho, cachaça e botequim e já teve seu trabalho estampado nas camisetas do bloco Simpatia É Quase Amor, um ícone do Carnaval da Zona Sul do Rio.
revista Veja

Nao podemos tirar fotos dentro da galeria, entao so tiramos da parte de fora, que é bem bonita.

Bichinho

Primeiro dia experimentamos de olho fechado as testuras em volta da igreja. o lugar que eu tive que desenhar depois de tocar de olhos fechados foi esse:


e o meu desenho foi esse:

esse foi o local da nossa performase:

a esse foi o meu croqui:

tentamos criar uma performase que mostrasse o estranhamento de determinadas pessoas quando chegam a um lugar que nao conhece, e a forma como outros conseguem interagir em um ambiente podendo ate fazer parte dele. Depois das criticas dos colegas e professores descobrimos que o objetivo desse trabalho era criar algo sem sentido, alguma coisa que fosse completamente diferente de um teatro e ai descobrimos o nosso erro e repensamos em nossa proposta de apresentaçao.



Intervenação.
a ideia veio antes e saimos em busca do cenario. Uma arvore.

e procuramos varias arvores..

e enfim encontramos:
e esse é o meu croqui
já recebemos varias criticas e ainda falta muito tempo. mas essa foi a ideia inicial.

algumas fotos da cidade :
artesanato o forte da cidade.
as ruas todas de pedra .

algumas fotos que faltaram da visita a pampulha




segunda-feira, 28 de março de 2011