sábado, 30 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Inhotim
A artista que escolhemos para visitar foi a Adriana Varejao.
A obra de Adriana faz uma ponte entre a modernidade e as convulsões físicas e mentais do barroco brasileiro, que descobriu adolescente, numa viagem a Minas Gerais. Influências? Ela lista, de um fôlego só, intelectuais (Sérgio Buarque de Holanda, Gilberto Freyre), artistas (Rembrandt, Goya, Diego Rivera, Iberê Camargo) e cineastas (Peter Greenaway, David Cronenberg). O resultado, que junta elementos de azulejaria a representações realistas de vísceras expostas, é definido pela autora como a síntese de elementos aparentemente desconexos, que vão de botequim na boêmia Lapa carioca a piscina em Budapeste, passando por "notícia de jornal, banheiro de rodoviária, carne-seca em Caruaru e quadro em Nova York". Comentário típico de artista, certo? Mas Adriana não tem nada do estereótipo de excentricidade maluquete normalmente associado à categoria. Disciplinada, trabalha pelo menos oito horas por dia, com duas auxiliares; atenta aos negócios, dedica parte da jornada ao escritório e tem sua vida empresarial completamente organizada, com firma de exportação, impostos em dia e contador. É do time que considera inspiração coisa do século XIX e afirma que sua profissão é igual a outra qualquer, embora a criação seja um processo sofrido. "Durmo cheia de problemas. Quadro tem personalidade própria, e a relação nem sempre é amorosa", diz. O que não impede que tenha tempo para ser carioca da gema: adora praia, chorinho, cachaça e botequim e já teve seu trabalho estampado nas camisetas do bloco Simpatia É Quase Amor, um ícone do Carnaval da Zona Sul do Rio.
revista Veja
Nao podemos tirar fotos dentro da galeria, entao so tiramos da parte de fora, que é bem bonita.
Bichinho
Primeiro dia experimentamos de olho fechado as testuras em volta da igreja. o lugar que eu tive que desenhar depois de tocar de olhos fechados foi esse:
e o meu desenho foi esse:
esse foi o local da nossa performase:
a esse foi o meu croqui:
tentamos criar uma performase que mostrasse o estranhamento de determinadas pessoas quando chegam a um lugar que nao conhece, e a forma como outros conseguem interagir em um ambiente podendo ate fazer parte dele. Depois das criticas dos colegas e professores descobrimos que o objetivo desse trabalho era criar algo sem sentido, alguma coisa que fosse completamente diferente de um teatro e ai descobrimos o nosso erro e repensamos em nossa proposta de apresentaçao.
Intervenação.
a ideia veio antes e saimos em busca do cenario. Uma arvore.
e procuramos varias arvores..
e enfim encontramos:
e esse é o meu croqui
já recebemos varias criticas e ainda falta muito tempo. mas essa foi a ideia inicial.
algumas fotos da cidade :
artesanato o forte da cidade.
as ruas todas de pedra .
e o meu desenho foi esse:
esse foi o local da nossa performase:
a esse foi o meu croqui:
tentamos criar uma performase que mostrasse o estranhamento de determinadas pessoas quando chegam a um lugar que nao conhece, e a forma como outros conseguem interagir em um ambiente podendo ate fazer parte dele. Depois das criticas dos colegas e professores descobrimos que o objetivo desse trabalho era criar algo sem sentido, alguma coisa que fosse completamente diferente de um teatro e ai descobrimos o nosso erro e repensamos em nossa proposta de apresentaçao.
Intervenação.
a ideia veio antes e saimos em busca do cenario. Uma arvore.
e procuramos varias arvores..
e enfim encontramos:
e esse é o meu croqui
já recebemos varias criticas e ainda falta muito tempo. mas essa foi a ideia inicial.
algumas fotos da cidade :
artesanato o forte da cidade.
as ruas todas de pedra .
segunda-feira, 11 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
Flashmob (ou flash mob)
Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.
essa foto mostra uma manifestaçao do flashmob em madri. foi um momento em que varias pessoas se reuniram e fizeram uma guerra de almofadas.
Deriva e Flaneur
A teoria da deriva é um dos trabalhos de autoria do pensador situacionista Guy Debord.
A deriva é um procedimento de estudo psicogeográfico – estudar as ações do ambiente urbano nas condições psíquicas e emocionais das pessoas. Partindo de um lugar qualquer e comum à pessoa ou grupo que se lança à deriva deve rumar deixando que o meio urbano crie seus próprios caminhos. É sempre interessante construir um mapa do percurso traçado, esse mapa deve acompanhar anotações que irão indicar quais as motivações que construiu determinado traçado. É pensar por que motivo dobramos à direita e não seguimos retos, por que paramos em tal praça e não em outra, quais as condições que nos levaram a descansar na margem esquerda e não na direita... Em fim, pensar que determinadas zonas psíquicas nos conduzem e nos trazem sentimentos agradáveis ou não.
Apesar de ser inúmeros os procedimentos de deriva, ela tem um fim único, transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade. Construir um espaço onde todos serão agentes construtores e a cidade será um total.
Essas idéias, formuladas pela Internacional Situacionista entre as décadas de 1950 e 1970, levam em conta que o meio urbano em que vivemos é um potencializador da situação de exploração vivida. Sendo assim torna-se necessário inverter esta perspectiva, tornando a cidade um espaço para a libertação do ser humano.
A deriva tem Guy Debord como um dos seus maiores entusiastas e estudiosos. Este autor formulou o início da Teoria da Deriva em 1958 e publicou na então Revista Internacional Situacionista. Desde então estudiosos, acadêmicos ou não, experimentam esse procedimento com interesses que vão deste simples estudos de uma cidade até a elaboração de dissertações e teses. Atualmente muitas pessoas que estudam geografia urbana, e muitos coletivos que questionam a urbanização experimentam a deriva como forma de estudo e de práxis política.
Essa foi a forma que eu encontrei mais facil de explicar o que é deriva, que parece muito com o significado de Flaneur.
Flaneur é um termo frances que em um primeiro momento significava uma pessoa vagabunda. O homem que nao tinha nada para fezer, nao trabalhava e por isso vagava pela cidade. Em um momento que alguem faz algo tao diferente isso se torna novidade e por isso o nome especial para esse tipo de homem que nao fazia nada enquanto os outros morriam de trabalhar.
o termo hoje em dia tem um significado nao tao ruim. Flaneur continua sendo a pessoa que vaga pelas ruas, sem rumo, sem nenhum obejtivo imediato, mas nao é necessariamente alguem que nao trabalha algum vagabundo. e se difere da deriva, pois o Flaneur nao tem nada programado ele so vaga pelas ruas.
A deriva é um procedimento de estudo psicogeográfico – estudar as ações do ambiente urbano nas condições psíquicas e emocionais das pessoas. Partindo de um lugar qualquer e comum à pessoa ou grupo que se lança à deriva deve rumar deixando que o meio urbano crie seus próprios caminhos. É sempre interessante construir um mapa do percurso traçado, esse mapa deve acompanhar anotações que irão indicar quais as motivações que construiu determinado traçado. É pensar por que motivo dobramos à direita e não seguimos retos, por que paramos em tal praça e não em outra, quais as condições que nos levaram a descansar na margem esquerda e não na direita... Em fim, pensar que determinadas zonas psíquicas nos conduzem e nos trazem sentimentos agradáveis ou não.
Apesar de ser inúmeros os procedimentos de deriva, ela tem um fim único, transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade. Construir um espaço onde todos serão agentes construtores e a cidade será um total.
Essas idéias, formuladas pela Internacional Situacionista entre as décadas de 1950 e 1970, levam em conta que o meio urbano em que vivemos é um potencializador da situação de exploração vivida. Sendo assim torna-se necessário inverter esta perspectiva, tornando a cidade um espaço para a libertação do ser humano.
A deriva tem Guy Debord como um dos seus maiores entusiastas e estudiosos. Este autor formulou o início da Teoria da Deriva em 1958 e publicou na então Revista Internacional Situacionista. Desde então estudiosos, acadêmicos ou não, experimentam esse procedimento com interesses que vão deste simples estudos de uma cidade até a elaboração de dissertações e teses. Atualmente muitas pessoas que estudam geografia urbana, e muitos coletivos que questionam a urbanização experimentam a deriva como forma de estudo e de práxis política.
Essa foi a forma que eu encontrei mais facil de explicar o que é deriva, que parece muito com o significado de Flaneur.
Flaneur é um termo frances que em um primeiro momento significava uma pessoa vagabunda. O homem que nao tinha nada para fezer, nao trabalhava e por isso vagava pela cidade. Em um momento que alguem faz algo tao diferente isso se torna novidade e por isso o nome especial para esse tipo de homem que nao fazia nada enquanto os outros morriam de trabalhar.
o termo hoje em dia tem um significado nao tao ruim. Flaneur continua sendo a pessoa que vaga pelas ruas, sem rumo, sem nenhum obejtivo imediato, mas nao é necessariamente alguem que nao trabalha algum vagabundo. e se difere da deriva, pois o Flaneur nao tem nada programado ele so vaga pelas ruas.
Parkour
Parkour (por vezes abreviado como PK) ou l'art du déplacement (em português: arte do deslocamento) é uma atividade cujo princípio é mover-se de um ponto a outro o mais rápido e eficientemente possível, usando principalmente as habilidades do corpo humano. Criado para ajudar a superar obstáculos de qualquer natureza no ambiente circundante — desde galhos e pedras até grades e paredes de concreto — e pode ser praticado em áreas rurais e urbanas. Homens que praticam parkour são reconhecidos como traceur e mulheres como traceuses.
O parkour foi criado na França, em Sarcelles, Lisses and Evry por David Belle, na realidade não se sabe ao certo quem criou o Parkour, pois desde o homem-primitivo já era necessário um método de locomoção rápido e prático, para fugir, perseguir, conseguir alimento, entre outros...
O parkour foi criado na França, em Sarcelles, Lisses and Evry por David Belle, na realidade não se sabe ao certo quem criou o Parkour, pois desde o homem-primitivo já era necessário um método de locomoção rápido e prático, para fugir, perseguir, conseguir alimento, entre outros...
alguns chamam isso de arte, outros de esporte mas uma coisa é certa, podemos interpretar isso de varias maneiras. é interessante ver a cidade de outra forma. os predios, muros, casas etc foram construidos com certos objetivos, que na maioria das vezes nao é servir de cenario para manobras radicais. e é por isso que apesar de ser para algumas pessoas uma forma de liberdade, uma forma de sair do comum ele é sem sombra de duvidas muito perigoso. Ouvir o que as pessoas que praticam falam sobre o parkour nao é de forma alguma entende lo. assim por ser algo tao diferente ele sobre tantas criticas como essa:
Duas maneiras de ver algo que tem o objetivo de dar uma segunda maneira de ver a cidade como um todo.
terça-feira, 22 de março de 2011
trabalho refeito
Depois de uma semana o meu problema com programas de computador teve uma melhora. Gostei da minha ideia anterior e por isso decidi continuar com ela, o que mudei agora foi a ferramenta. O programa que usei pertiu que minha montagem ficasse melhor. E esta ai a minha visao de weslley.
quarta-feira, 16 de março de 2011
primeiro trabalho
Desde o inicio do curso descrobri o grande desafio que eu iria enfrentar. Nao sei fazer praticamente nada no computador, e agora tenho que aprender a trabalhar em um computador totalmente diferente e usar programas que nunca usei antes. estou correndo atrás mas por enquanto nao consegui avançar muito.
Ainda estamos na primeira semana de aula, e por isso nao conheço muito bem os meus colegas. Tive a oportunidade de conversar com o Weslley, mas de uma forma muito superficial, e por isso nao sei muito sobre a vida dele; para mim ele ainda é uma charada, um mistério e por isso coloquei ele vestido com essa roupa. Uma das coisas que descobri é que ele gosta de sair. Uma pessoa que curte as saídas com certeza se dá bem em uma boate, conhece o local e por isso se sente grande ali dentro, o ambiente já é conhecido. Porém por fora desses lugares existe uma enorme cidade e muitos outros locais ainda sao desconhecidos para ele. Com certeza essa parte ele ainda não entende, mas tem muita vontade de descobrir, por isso está fazendo o curso de Arquitetura e Urbanismo. Ele ainda é pequeno diante da cidade, mas daqui a algum tempo ele conhecerá a fundo toda ela, assim como conhece os lugares que frequenta hoje em dia.
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